terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Vou arrumar um cavalo.

Fiquei sabendo que existem sites que oferecem cavalos abandonados por seus antigos e filhos-duma-figa donos para adoção. Depois pensei: o que é preciso para ter um cavalo. Tem que pagar IPVA? Algum outro imposto? e os cuidados? Tem que dar banho? Escovar os dentes?
Mas a questão é que pensei seriamente em ter um... só não sei como (vide acima). Imagina: um cavalo para ir para a faculdade. Tem que usar capacete? Tem como colocar alarme? Amarra numa árvore e deixa?
é claro que terei que arrumar um chapéu. Isso é certo.

Esporte, o mal do século

Se alguém já tentou pesquisar sobre o assunto deve ter ou dado risada ou ficado bravo. Na primeira opção deve ser alguém como eu, na segunda alguém como os que eu acho que são estranhos. Eu nunca reparei que alguém entrou na academia, nunca achei que fazia tanta diferença assim, exceto pelas constantes reclamações, dor, tempo etc.
O fato é que eu não acredito em esportes. Todo mundo que pratica regularmente se machuca. Não existia isso antes também. Qualquer livro de exercício físicos do século XIX traz exercícios condenáveis pela prática atual. Ou seja, daqui a 120 anos as pessoas estarão repensando os benefícios e malefícios dos esportes e atividades físicas de modo geral.
Em Atenas era quase uma gincana de escola (posso morrer por falar isso?).
E não consigo pensar que esse negócio de esportes e corpo saudável são só desculpas para os adultos continuarem brincado e competindo. Se não se pode mais brincar de mamãe da rua, então vou jogar futebol. Poupe-me, jogem queimada então!
Nada daquilo é natural. O homem da floresta, o homem de deus não corre (a não ser em momentos de fuga e por pouco tempo), não joga basquete, não faz aparelhos de academia (é só eu ou mais alguém não vê nenhuma diferença entre uma academia e uma sala de torturas da Idade Média), etc. O homem da natureza ANDA. É o único exercício aceitável! Até os egípios nem se sabia da existência do abdomem!
Milhares de pessoas são prejudicadas pelos esportes e mesmo assim ninguém pensa em proibir a prática! Imagina, falar mal de esportes?! é um sacrilégio.
Pelo exercício, prefiro andar até a faculdade; pela diversão, prefiro Imagem e Ação.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Novelas

Bom, há cerca de três anos venho tentando assistir novelas. Não que seja fácil para mim, nunca foi, porque eu nunca conseguia entender algumas coisas que aconteciam ou graus de parentesco e amizade que pareciam muito irreiais. A Favorita, São Paulo, cidade grande, todos os personagens se conhecem das mais variadas formas e pelos mais variados caminhos. Nem se morassem numa cidade de 15 mil habitantes isso seria possível. Mas ok, três anos foram o suficiente para aceitar esse tipo de coisa (que descobri que era o que me atrapalhava a entender). Mas ainda não consigo aceitar algumas coisas, por exemplo:
i. por que a Flora está atrás da carta que fulana escreveu a mão mesmo sabendo que muita gente leu. Afinal, se ela destruir a carta as pessoas esquecerão o que leram?
ii. se a Diva e a Donatela trocaram de identidade só pra sair da cadeia, por que tão atrás da Donatela? Elas usam crachá?
enfim... é estranho pensar que uma novela na qual é gasta uma nota preta tenha furos desse tanto. Eu realmente gostaria muito de acompanhar uma novela sem ficar nervosa...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Foras

- Oi, qual o teu nome?
- (pensei, bom, se ele perguntou isso, vou responder, vai que ele tá achando que eu sou a Blossom ou alguém que ele conhece): Paula.
- Paula, posso te conhecer?
- Não.
- Por que?
- Olha, não sei nem por onde começar.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Uma pergunta: quem dá o nome para as animações que tem no Windows Media Player? Muita coisa será esclarecida se me falarem que é a mesma pessoa que traduz títulos de filmes... Se você já ligou alguma das animações (ou todas) sabe que não tem aqueeela diferença entre elas. Um monte de luzinhas piscando, rodando e mudando de cor. A despeito disso, os nomes variam das formas mais bizarras, passando por elementos de todos os reinos (animal, vegetal e mineral). Vão desde "agonia da aranha..." (sim, com três pontos no final) até "tornado calmo" (que é por sinal uma das maiores contradições que existe), passando por nomes sugestivos como "spray do sono" e até mesmo por dúvidas sobre que raios essas luzinhas lembram, como é o caso de "fumaça ou água?" (sim, com ponto de interrogação no final). Alguém com esse emprego e eu aqui.... tsc tsc

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Banda cover

Há algum tempo venho desenvolvendo uma teoria simples: show de banda cover é mais legal que show da banda original. Vejamos, eu fui no show do Bob dylan, e apesar de ele estar lá de verdade, acompanhado por uma estatueta do Oscar original (eu nunca mais vou chegar tão perto assim de uma), eu acabei reconhecendo tres músicas. Isso porque o belezão resolveu tocar somente coisas de seu CD novo, o que é compreensível do ponto de vista dele que é o cara e incompreensível do ponto de vista meu que paguei os olhos da cara. E vejamos, fui no show da Amy Winehouse cover num barzinho simpático de Araraquara, onde puder ver uma Amy Winehouse não-bêbada, não-cherada, não-desafinada, que cantou todos os hits. Diga-se de passagem que inclusive ela era mais bonita que a Amy original. Se você vai no show do David Bowie cover (por sinal, marido [acredite se quiser] da Amy Winehouse cover) você tem a oportunidade de ouvir todos os grandes hits da sua carreira, sua fase glam, maquiado e sem maquiagem, o que não aconteceria se o maldito quisesse somente tocar "seu novo cd bla bla bla".

Inclusão digital

O título foi sugerido pelo Daniel. A questão é aseguinte: desde de o boom dos celulares e o advento dos celulares polifônicos que tocam mp3 ficou impossível andar de ônibus intermunicipal sem ter uma crise de gastrite. É interessante notar também uma espécie de proporção matemática entre o preço do celular e a falta de noção da pessoa. Quanto mais o celular é caro, alto, potente, mais o usuário é um completo imbecil.
Estava eu no ônibus, placidamente, lendo quando o bonitão do banco da frente (completamente reclinado, diga-se de passagem) começa a escutar suas músicas hip-hop-TOP5-multishow no volume máximo. Na terceira música, virei para ele disse: "por favor, será que é possível você colocar o fone porque eu esou tentando ler aqui atrás". Ele, "eu não vou ficar ouvindo assim, to só equalizando". Equalizando!? Maldita inclusão digital!

sábado, 12 de julho de 2008

Reclame de escova de dentes


















Reclame na TV - "Os dentistas concordam: nada substitui o fio dental. Pensando nisso, desenvolvemos a nova escova de dentes Oral Y 7800". Sou só eu ou mais alguém vê uma contradição gigante e patética nessa (anti-)propaganda?!