quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Uma pergunta: quem dá o nome para as animações que tem no Windows Media Player? Muita coisa será esclarecida se me falarem que é a mesma pessoa que traduz títulos de filmes... Se você já ligou alguma das animações (ou todas) sabe que não tem aqueeela diferença entre elas. Um monte de luzinhas piscando, rodando e mudando de cor. A despeito disso, os nomes variam das formas mais bizarras, passando por elementos de todos os reinos (animal, vegetal e mineral). Vão desde "agonia da aranha..." (sim, com três pontos no final) até "tornado calmo" (que é por sinal uma das maiores contradições que existe), passando por nomes sugestivos como "spray do sono" e até mesmo por dúvidas sobre que raios essas luzinhas lembram, como é o caso de "fumaça ou água?" (sim, com ponto de interrogação no final). Alguém com esse emprego e eu aqui.... tsc tsc
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Banda cover
Há algum tempo venho desenvolvendo uma teoria simples: show de banda cover é mais legal que show da banda original. Vejamos, eu fui no show do Bob dylan, e apesar de ele estar lá de verdade, acompanhado por uma estatueta do Oscar original (eu nunca mais vou chegar tão perto assim de uma), eu acabei reconhecendo tres músicas. Isso porque o belezão resolveu tocar somente coisas de seu CD novo, o que é compreensível do ponto de vista dele que é o cara e incompreensível do ponto de vista meu que paguei os olhos da cara. E vejamos, fui no show da Amy Winehouse cover num barzinho simpático de Araraquara, onde puder ver uma Amy Winehouse não-bêbada, não-cherada, não-desafinada, que cantou todos os hits. Diga-se de passagem que inclusive ela era mais bonita que a Amy original. Se você vai no show do David Bowie cover (por sinal, marido [acredite se quiser] da Amy Winehouse cover) você tem a oportunidade de ouvir todos os grandes hits da sua carreira, sua fase glam, maquiado e sem maquiagem, o que não aconteceria se o maldito quisesse somente tocar "seu novo cd bla bla bla".
Inclusão digital
O título foi sugerido pelo Daniel. A questão é aseguinte: desde de o boom dos celulares e o advento dos celulares polifônicos que tocam mp3 ficou impossível andar de ônibus intermunicipal sem ter uma crise de gastrite. É interessante notar também uma espécie de proporção matemática entre o preço do celular e a falta de noção da pessoa. Quanto mais o celular é caro, alto, potente, mais o usuário é um completo imbecil.
Estava eu no ônibus, placidamente, lendo quando o bonitão do banco da frente (completamente reclinado, diga-se de passagem) começa a escutar suas músicas hip-hop-TOP5-multishow no volume máximo. Na terceira música, virei para ele disse: "por favor, será que é possível você colocar o fone porque eu esou tentando ler aqui atrás". Ele, "eu não vou ficar ouvindo assim, to só equalizando". Equalizando!? Maldita inclusão digital!
Estava eu no ônibus, placidamente, lendo quando o bonitão do banco da frente (completamente reclinado, diga-se de passagem) começa a escutar suas músicas hip-hop-TOP5-multishow no volume máximo. Na terceira música, virei para ele disse: "por favor, será que é possível você colocar o fone porque eu esou tentando ler aqui atrás". Ele, "eu não vou ficar ouvindo assim, to só equalizando". Equalizando!? Maldita inclusão digital!
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